segunda-feira, 23 de setembro de 2013

TelexFREE entra com decisão para recuperação judicial


Na tarde da última sexta-feira (20), em vídeo publicado no YOUTUBE , Carlos Costa, explicou os motivos pelos quais a empresa protocolou o pedido de recuperação judicial. Segundo ele, essa foi a alternativa encontrada depois que a Ympactus teve todos os recursos (13, no total) negados pela Justiça acreana para voltar a operar.



Costa afirma que a recuperação judicial é um “direito à vida da empresa”. O diretor disse, ainda, que foi levado a essa decisão por três motivos. O primeiro seria a demora da Justiça do Acre de julgar o mérito da ação movida pelo MP do Estado, que determinou, em junho, a suspensão das atividades da empresa e passou a investiga-la por suposta prática de pirâmide financeira.

O segundo seria uma suposta intransigência da Justiça do Acre em relação a qualquer acordo. Costa afirma, no vídeo, que o único acordo que os procuradores aceitariam seria a devolução do dinheiro dos divulgadores e “o extermínio da empresa”.

A norma estabelece um prazo de seis meses para a negociação entre as partes, que é intermediada por um administrador judicial nomeado pela Justiça. No caso de não haver acordo entre credores e devedores sobre o plano de recuperação, é decretada a falência.


quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Liberação da TELEXFREE

O especialista em direito tributário, Tácio Schaeppi, acredita que as empresas Telexfree e BBom, que contam com 1,3 milhões de revendedores em todo país, caso provem sua legalidade, só terão suas operações desbloqueadas depois de muito debate. “O caso é complexo, pois se trata de modelos de negócios desconhecidos no Brasil, faltam leis que os regulamentem e, além disso, as empresas estão mexendo com muitos interesses no país”, aponta.
O modelo de negócio é o Marketing Multinível (MMN), que segundo ele, já é utilizado por empresas conhecidas como a Herbalife, mas no caso das duas empresas há detalhes que apontam para a formação de pirâmides. “Mas isso não quer dizer que sejam de fato. O que caracteriza a legalidade do sistema é a distribuição de valores entre os participantes. No MMN grande parte do lucro é gerado pela comercialização de produtos, enquanto na pirâmide financeira, o lucro depende da adesão de novos membros”, explica.
Ja passou da hora de nos Brasileiros deixarmos de sermos escravos desse Sistema corrupto, onde o CERTO esta ERRADO e o ERRADO esta CERTO, pois vivemos em um País democrático pelo menos teoricamente, pois em grandes momentos não podemos manifestar nossos direitos. Até onde seremos ainda escravizados pelos Juros abusivos dos Bancos e Financeiras de Cartões, isso nenhum MP ou qualquer Magistrados tentaram interviram em nosso favor, pois eles recebem salários de R$10.000 a R$ 25.000, para eles tanto importa que a gasolina é R$1,90 ou R$3,50 sendo que os países vizinhos vendem o mesmo combustível a R$ 0,50.

O BRASIL é um excelente, bastante ricos mas nas mãos de Meia Dúzia de políticos com partidos sustentados pelo nosso suor, acham que temos que ficar escravos desse sistema.
Daniel Nery, sou a favor do MMN no Brasil

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

 
ADS GOLD é uma agência de publicidade 100% brasileira voltada para a publicidade digital. Trabalha exclusivamente com serviços voltados para internet.

Você que faz parte da Telexfree, Priples, BBOM, Blackdever e outras formas de MMN, mas não esta podendo trabalhar por que algumas delas estão bloqueadas, conheça a ADS GOLD pode ser uma boa ideia.





sexta-feira, 6 de setembro de 2013

TelexFree: edital de ação civil pública começa a ser lançado

Os interessados em participar da ação devem comparecer à 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, no Acre, ou entrar em contato por telefone ou e-mail


Clientes de todo o país que tenham sido prejudicados pela TelexFree, investigada por formação de pirâmide, já podem consultar o edital da ação civil pública que tramitará contra a empresa e seus sócios. A 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco publicou o documento no Diário da Justiça na última segunda-feira. A ação foi proposta pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) em julho deste ano.
Os interessados em participar da ação devem comparecer à 2ª Vara localizada na Rua Benjamin Constant, nº 1165 no centro de Rio Branco ou entrar em contato por e-mail ( vaciv2rb@tjac.jus.br ) ou pelo telefone (68) 3211-5471. O edital tem validade de 20 dias.


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