Os desembargadores Samoel Evangelista, Waldirene Cordeiro e Regina Ferrari, da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), recusaram pela segunda vez um recurso apresentado pela defesa na tentativa de derrubar o bloqueio.Eles já haviam negado um pedido anterior em 8 de julho (veja cronologia abaixo). A decisão foi unânime – ninguém votou a favor da empresa. No julgamento desta segunda-feira, a empresa se defendeu afirmando que não praticava pirâmide financeira, mas sim, "marketing multinível", o que poderia ser demonstrado pela comercialização que fez do o serviço de telefonia VoIP
Indícios e conspirações
O processo que paralisou as atividades da TelexFREE é pautado em indícios e especulações sobre atos conspiratórios contra empresa, agenciados por concorrentes e grupos políticos.
Fontes do Acrealerta chegaram a revelar que o problema pode não ter solução definitiva no Acre, uma vez que o responsável pela autoria (Procon e MP/AC) do processo e pelo julgamento da ação (TJAC) não encontram uma alternativa viável, pois a queda da liminar garantiria, quase que automaticamente, uma indenização sem precedentes contra o governo do Acre.
São Paulo – Os cerca de 1,2 milhão de brasileiros que mantêm negócios com a TelexFREEe a BBom, ambas acusadas pelo Ministério Público de praticar o crime de pirâmide financeira, têm mais um motivo para se preocupar: o bloqueio dos bens das empresas pode demorar ainda um ano, até que a justiça finalmente decida o futuro das duas.
A previsão é da procuradora da República de Goiás, Mariane Guimarães, e foi dada ao site de VEJA. Em nota, a TelexFREE respondeu que espera uma solução para o caso ainda este ano (veja íntegra da nota ao final).
"Sendo bem positiva, ela (a decisão) deve sair nesse prazo de um ano. Pode ser até mais", disse Mariane, que atua na força-tarefa criada pelo Ministério Público para dar conta dos crimes de pirâmide em todo país. Ela responde diretamente pelo processo da BBom com outros dois procuradores
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